JupiteX Get the app
Politics & Governance28 Oct 2026 · about 6 min

Israel Elections: who is the commander who lost his son in Gaza and now wants to replace Netanyahu

The brief

Gadi Eisenkot é um ex-chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel e atual líder do partido centrista Yashar. Filho de imigrantes marroquinos, serviu 41 anos no Exército e pode se tornar o primeiro primeiro-ministro mizrahi do país. Sua trajetória militar é central para sua imagem de candidato forte em segurança. Durante uma reunião do gabinete de guerra, Eisenkot recebeu a notícia de que seu filho mais novo, Gal Meir Eisenkot, havia morrido em Gaza. O jovem tinha 25 anos e era reservista. Dois sobrinhos de Eisenkot também morreram em combate. A perda ocorreu enquanto ele participava das decisões sobre a ofensiva contra o Hamas. Eisenkot deixou o governo em junho de 2024. Ele acusou Netanyahu de prejudicar as negociações para libertar os reféns, pressionado por aliados de direita. Em 2025, criou o Yashar para enfrentar o primeiro-ministro. Agora, tenta transformar sua experiência militar e sua oposição em uma alternativa eleitoral.

01

Who is Gadi Eisenkot, and what happened to his son during the war in Gaza?

Gadi Eisenkot é um ex-chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel e atual líder do partido centrista Yashar. Filho de imigrantes marroquinos, serviu 41 anos no Exército e pode se tornar o primeiro primeiro-ministro mizrahi do país. Sua trajetória militar é central para sua imagem de candidato forte em segurança.

Durante uma reunião do gabinete de guerra, Eisenkot recebeu a notícia de que seu filho mais novo, Gal Meir Eisenkot, havia morrido em Gaza. O jovem tinha 25 anos e era reservista. Dois sobrinhos de Eisenkot também morreram em combate. A perda ocorreu enquanto ele participava das decisões sobre a ofensiva contra o Hamas.

Eisenkot deixou o governo em junho de 2024. Ele acusou Netanyahu de prejudicar as negociações para libertar os reféns, pressionado por aliados de direita. Em 2025, criou o Yashar para enfrentar o primeiro-ministro. Agora, tenta transformar sua experiência militar e sua oposição em uma alternativa eleitoral.

02

What is Israel's parliamentary election, and how could it determine whether Benjamin Netanyahu remains prime minister?

A eleição parlamentar israelense é a votação nacional que define a composição do parlamento. Ela importa porque o governo depende de apoio parlamentar. Portanto, o bloco que conseguir reunir mais apoio entre os partidos terá melhores condições de formar uma coalizão e indicar o primeiro-ministro.

Nesta disputa, o Likud, partido de Benjamin Netanyahu, enfrenta o Yashar, partido centrista de Gadi Eisenkot. As pesquisas apontam empate técnico entre os dois blocos. Isso significa que nenhum lado aparece claramente à frente, e partidos menores podem se tornar decisivos para formar a maioria necessária.

Se o bloco do Likud perder apoio suficiente, Netanyahu pode deixar o cargo, encerrando seu terceiro mandato desde 1996. A oposição teria de negociar uma coalizão. Eisenkot promete reunir israelenses divididos, mas suas políticas de segurança continuam próximas às do governo em vários pontos.

03

How close are the Likud and opposition blocs in the polls, and how many years has Netanyahu already served as prime minister?

A disputa aparece extremamente equilibrada. As pesquisas citadas no artigo indicam um empate técnico entre o bloco do Likud, partido de Netanyahu, e a oposição liderada pelo Yashar. Assim, pequenas diferenças de votação podem mudar qual grupo terá mais força para negociar a formação do próximo governo.

O equilíbrio não depende apenas dos dois partidos principais. Em um parlamento fragmentado, partidos menores podem decidir qual bloco conseguirá apoio suficiente. Por isso, conquistar a maior bancada é importante, mas não garante sozinho o cargo de primeiro-ministro. A capacidade de formar alianças também será decisiva.

Netanyahu está em seu terceiro mandato desde 1996. Se o Likud for derrotado, Israel poderá voltar a ter um governo sem o primeiro-ministro que mais tempo ocupou o cargo na história do país. Eisenkot tenta aproveitar esse momento com uma mensagem de mudança e reconciliação nacional.

04

How did Eisenkot go from being Israel's top military commander and a minister in Netanyahu's government to leading the opposition?

Eisenkot chegou ao topo militar depois de 41 anos nas Forças de Defesa de Israel. Em 2015, Netanyahu o indicou como o 21º chefe do Estado-Maior, cargo que ocupou até 2019. Depois, Eisenkot entrou na política em 2022, eleito deputado pela aliança centrista de Benny Gantz.

Após o ataque de 7 de outubro, ele entrou no governo de Netanyahu em nome da unidade nacional. Como ministro sem pasta, participou do gabinete de guerra que definiu a ofensiva em Gaza. Durante uma reunião, soube da morte de seu filho Gal Meir, reservista de 25 anos. Dois sobrinhos também morreram em combate.

Em junho de 2024, Eisenkot deixou o governo. Ele acusou Netanyahu de comprometer as negociações para libertar os reféns, sob pressão de aliados de direita. Em 2025, fundou o Yashar e passou a liderar a oposição, defendendo investigação sobre o ataque e mudanças internas.

05

What happened on October 7, 2023, and how did that attack lead to the war in Gaza?

O artigo apresenta 7 de outubro de 2023 como o atentado que deu origem à guerra em Gaza. Ele não detalha, neste trecho, como o ataque ocorreu nem identifica seus autores. O episódio, porém, aparece como o marco que mudou a agenda política e militar de Israel.

Depois do atentado, Eisenkot entrou no governo de Netanyahu em nome da unidade nacional. Ele participou, como ministro sem pasta, do gabinete de guerra responsável por decidir os rumos da ofensiva em Gaza. O Hamas tornou-se o principal alvo declarado da campanha, cuja meta incluía destruir seu poder militar e governamental.

A guerra também passou a dominar a eleição. Eisenkot afirma que a libertação dos reféns foi o único objetivo alcançado por Israel e acusa Netanyahu de falhar na destruição do Hamas. O artigo não descreve um acordo final, e a disputa eleitoral ocorre com esse conflito ainda no centro do debate.

06

What could change in Israel's government and policies if Netanyahu's Likud bloc loses the election?

Se o Likud perder apoio suficiente, Israel poderá ter um governo sem Netanyahu, que é o primeiro-ministro que mais tempo ocupou o cargo na história do país. A oposição liderada por Eisenkot teria de reunir partidos e apresentar uma alternativa capaz de governar após uma eleição marcada por forte divisão nacional.

As mudanças prometidas por Eisenkot incluem revogar a reforma judicial aprovada pelo governo Netanyahu e criar uma comissão de investigação sobre 7 de outubro. Ele também defende acabar com a isenção do serviço militar para judeus ultraortodoxos. Essas propostas atingem temas centrais da política interna israelense.

Na segurança, a mudança seria mais limitada. Eisenkot promete derrotar o Hamas em até 18 meses e rejeita a criação de um Estado palestino. Ele apoia assentamentos legais, quer punir colonos violentos e se opõe ao projeto E1. O resultado definirá quais dessas propostas poderão avançar.

07

How does Israel's parliamentary system allow a coalition of parties to choose and replace a prime minister?

Em um sistema parlamentar, a eleição define a força de cada partido no parlamento, não escolhe diretamente o primeiro-ministro. Depois da votação, os partidos negociam para formar uma maioria ou uma coalizão capaz de governar. O líder que reunir apoio suficiente pode assumir o cargo de primeiro-ministro.

Na prática, o maior partido não necessariamente governa sozinho. Um bloco pode buscar parceiros menores e oferecer compromissos sobre segurança, economia ou política interna. Essa lógica ajuda a explicar por que o empate entre Likud e Yashar não resolve a disputa: o resultado das negociações será tão importante quanto o tamanho das bancadas.

O primeiro-ministro permanece enquanto conserva apoio parlamentar. Se uma coalizão se desfaz e outra consegue formar maioria, o governo pode ser substituído. Aplicado à eleição descrita, isso significa que Netanyahu poderá continuar ou sair conforme o Likud consiga, ou não, reunir apoio suficiente para governar.

This brief was written by AI from the original reporting and checked by other models. Names, figures and quotes come from the source; read it for full context.

Read more in the JupiteX app

Pulse is free. New stories every 4 hours, each one broken into the questions that explain it.

Or read more news on the web